Página Inicial Data de criação : 09/11/14 Última actualização : 10/07/23 03:33 / 349 Artigos publicados
 

Fusão entre Empresas - Uma Tendência Mundial  (Notícias) Inserido Friday 23 July 2010 03:33

Esta tendência explica-se, fundamentalmente, pela concorrência cada vez mais acirrada existente entre as empresas e pelo fato desta concorrência impor uma otimização na produção e no funcionamento destes entes econômicos a fim de se enxugar os custos de produção e, por conseguinte, possibilitar colocar no mercado produtos mais competitivos e que possam, unitariamente, agregar o máximo possível de valor.

Dentro deste quadro, isto é, um cenário de competição bastante intrincada, com uma necessidade paulatina das empresas se tornarem cada vez mais competitivas, seja para poder abarcar uma fatia mais significativa do mercado, seja para não ser engolidas pela concorrência, a realidade fenomênica nos coloca diante de fatos que representam saídas e estratégias criadas pelos entes econômicos no afã de aumentar sua competitividade.

Dentre estas estratégias econômicas, avultam-se a fusão, a cisão e a incorporação de empresas, principalmente daquelas de maior poderio econômico.

Estes fenômenos, insertos na seara do Direito Comercial, tomam grande relevância no campo do Direito Tributário e das Finanças Públicas, quando, por trás da incorporação, fusão e cisão de empresas, está a intenção do contribuinte em fazer uma espécie de "economia fiscal", seja ela lícita (elisão fiscal) ou ilícita (evasão fiscal).

Em termos gerais, pode-se dizer que estas formas de reorganização societária (fusão, incorporação e cisão) ainda se dão, majoritariamente, com o intuito eminentemente econômico, isto é, visam atender aos interesses mercadológicos específicos dos entes econômicos que almejam se fundir, incorporar-se ou cindir-se. Nesta toada, pode-se afirmar que o que leva uma empresa a reorganizar-se societariamente é, por exemplo, a perspectiva da empresa incorporadora ingressar em um determinado nicho do mercado que está sob o domínio da empresa incorporada, ou, ainda, o caso de duas ou mais empresas se unirem em uma só a fim de se tornarem mais fortes frente à concorrência ou para trocarem tecnologias úteis às duas empresas.

Vê-se, pois, que os motivos que levam uma empresa a reestruturar seu esqueleto societário são inúmeros, entretanto, não se pode entender que estas reestruturações visam, diretamente, promover qualquer forma de economia fiscal, através de planejamento fiscal pautado em cisão, incorporação ou fusão de empresas.

Entretanto, diante da contraposição existente entre a intenção das empresas em minimizar custos e o pesado e injusto sistema tributário que onera por demais serviços e mercadorias, tem-se assistido uma crescente tendência em se valorizar o que se chama planejamento tributário.

O planejamento tributário, como o próprio nome indica, representa um conjunto de medidas e atos tomados pelo contribuinte no sentido de organizar sua vida econômico-fiscal a fim de possibilitar que a gama de negócios, investimentos e lucros desta pessoa jurídica sofram, dentro da esfera da legalidade, a menor carga tributária possível.

Dentro do paradigma do planejamento tributário, estão as figuras da fusão, incorporação e cisão de empresas como um meio de se promover a elisão fiscal, ou seja, são instrumentos que objetivam realizar uma economia lícita de tributos.

Como forma de se promover economia fiscal, a fusão, incorporação e a cisão de empresa como instrumento de planejamento tributário não é vista com bons olhos pelo Fisco e sua costumeira voracidade.

A preocupação do Fisco não é descabida, pois estas formas de reorganização societária poderão representar uma queda na arrecadação e, sem dúvida, poderão ser usadas não com o intuito elisivo, mas com feição evasiva, isto é, poderão ser instrumento de sonegação fiscal.

Ademais, quando se trata de fusão, incorporação e cisão de empresas, torna-se imperioso distinguir a reorganização societária que se dá de fato daquela meramente fictícia, pois, não raro, tal instituto tem como objeto fraudar os credores das empresas através de um negócio jurídico, onde os contribuintes tentam eximir-se de suas obrigações, sejam elas civis, comerciais ou tributárias.

Portanto, é sem embargos que se pode dizer que a cisão, incorporação e a fusão de empresas enquanto instrumentos de planejamento tributários vêm, aos poucos, ganhando relevância, pois, como é sabido, a economia tributária é um caminho eficiente para a redução de custos de uma empresa e, por conseguinte, é uma porta que se abre para aumentar a competitividade destes entes econômicos.

A importância do presente estudo reside no fato destas formas de reorganização societária serem mecanismos que, como já dissemos, representam um meio importante de se promover economia fiscal, e, por isso, tomam grande importância tanto para os contribuintes, quanto para o próprio Fisco.

O embate entre a resistência dos contribuintes em adimplir com suas obrigações e o afã arrecadatório do Fisco, como a própria essência do Direito Tributário, explicita-se claramente neste tema objeto do presente estudo, tornando relevante uma análise mais detida sobre a questão.

Este estudo, portanto, terá como objetivos, fundamentalmente, a apuração da legalidade ou não da cisão, incorporação e a fusão de empresas como instrumentos de planejamento tributário, assim como demonstrar se estas medidas importam ou não em abuso de formas e de direito, expressamente vedados pelo ordenamento jurídico nacional.

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Feliz Dia do Amigo !!!  (Notícias) Inserido Wednesday 21 July 2010 03:19

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

 

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

 

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

 

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

 

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.


Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

 

Há duas formas para viver a sua vida:


Uma é acreditar que não existe milagre.


A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

 


Albert Einstein

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Como a Alta Gestão pode ficar próxima dos Colaboradores ???  (Notícias) Inserido Wednesday 14 July 2010 14:38

Como a alta direção

pode ficar próxima dos colaboradores?

 

 É notório que os dirigentes corporativos possuem agendas lotadas, pois cabe a eles gerir processos, tomar decisões que podem alavancar ou causar retrocesso no negócio. Mas nas atribuições da alta direção, uma nunca deveria ser esquecida: a proximidade com os demais profissionais que dão vida às empresas. Afinal, uma companhia também precisa de pessoas que atuem nas mais variadas funções: desde a portaria até a secretária que agenda os encontros dos executivos. Abaixo, listo alguns motivos, para os executivos "estreitar" a distância que os separam dos demais colaboradores.

 

1 - É comum ouvir que muitos executivos, quando ativem o "auge da carreira", perdem o estímulo pelo trabalho que realizam. Isso, em alguns casos, pode ser reflexo do tempo que se mantiveram no "pedestal", longe da realidade que estava logo após as portas das suas salas. Ter uma visão da realidade, da dia a dia das outras pessoas que integram a empresa, pode ser um fator motivacional para muitos executivos. Muitos deixam de implantar processos de mudanças, porque ficam indecisos sobre os impactos que suas decisões causarão. Ou sejam, podam a oportunidade de enfrentar desafios que os estimulem profissionalmente.

 

2 - Através do contato com profissionais de vários setores, a alta direção tem condições de identificar os pontos fortes e fracos (aqueles que precisam ser trabalhados em todos os processos de gestão). Ficar apenas atrás de uma confortável mesa, lendo relatórios complexos, não garante que os dirigentes conheçam a realidade das suas empresas.

 

3 - Manter uma proximidade dos talentos humanos possibilita aos CEOs constatem fatores que influenciam a atração e a retenção dos profissionais que fazem a diferença para o negócio.

 

4 - Só é possível saber se a cultura organizacional está ou não sendo disseminada, quando se mantém contato com os profissionais que atuam na empresa. Vale lembrar que através da cultura organizacional, os valores e a missão de uma companhia ganham força e "raízes profundas", quando são assimilados e praticados diariamente pelos colaboradores.

 

5 - Quando possível, fazer uma visita aos setores da empresa possibilita aos dirigentes sentirem como está o clima organizacional e como os profissionais percebem as ações adotadas pela empresa. Um passeio "surpresa" pode ser muito mais eficaz, pois quando se comunica uma visita oficial há pessoas que agem de forma artificial, em detrimento ao comportamento que adotam no dia a dia.

 

6 - A proximidade entre dirigentes com os demais funcionários, faz com que ações/programas adotados pela companhia ganhem mais credibilidade junto ao público interno. Isso porque as pessoas passam a ver que a direção não é formada por "intocáveis", mas sim por profissionais que também fazem parte da empresa e que agregam valor ao negócio.

 

7 - Uma diretoria próxima à realidade do corpo funcional faz com que boatos, informações infundadas percam força pelos corredores da empresa, uma vez que caso surja uma notícia preocupante os colaboradores darão credibilidade aos canais formais e aos líderes, para se tranquilizarem.

8 - A direção que estimula um canal aberto, para que os funcionários enviem sugestões ou façam denúncias de ações abusivas como, por exemplo, assédio moral ou sexual, certamente evitará transtornos e ações trabalhistas.

 

9 - A utilização periódica dos canais de comunicação interna como intranet ou informes impressos devem conter um espaço reservado para a diretoria. É o conhecido "Palavra do diretor", onde podem ser abordados assuntos relevantes relacionados diretamente à empresa e que impactem no dia a dia dos funcionários.

 

10 - A área de Recursos Humanos deve promover e estimular espaços para os CEOs falarem com os profissionais. Geralmente, há empresas que realizam o conhecido "Café da Manhã com o Presidente". Na oportunidade, além dos gestores, funcionários de setores variados devem ser convidados para participarem desse encontro e "atuarão" como representantes dos seus pares junto à alta direção.

 

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DIETA RACIONAL....  (Notícias) Inserido Tuesday 13 July 2010 19:34

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Infinita Sabedoria...  (Oração) Inserido Tuesday 13 July 2010 19:32

 

PAI,

ABENÇOE A TODOS

QUE FREQUENTAM

ESTE BLOG...

MUITA PAZ, SAÚDE

E PROSPERIDADE...

AMÉM !!!

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